Ir para o conteúdo Ir para o menu Ir para a Busca

Visão ampliada

No ano da pandemia, voluntários se mobilizam por apoio emergencial e por direito à educação

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é WhatsApp-Image-2020-08-13-at-08.35.17-e1601906343721-1024x571.jpeg
Aroldo Timm Neto, gerente geral comercial em Chapecó (SC), com o grupo local do Mobiliza Itaú: comitês articularam 278 ações em todo o país.  Foto: Arquivo pessoal. 

No início de 2020, o planejamento dos comitês Mobiliza Itaú já previa avançar alguns passos nas ações que vêm sendo realizadas a cada ano. Mantendo o alinhamento institucional com as causas do Itaú Social, esses grupos atuam para propagar iniciativas e estimular a prática voluntária pelo país. Um trabalho que vinha sendo feito desde 2019 trazia aos voluntários a perspectiva de compreender as demandas de cada comunidade, incluindo, além da assistência social, apoio à educação e incentivo à leitura. Em março, com a pandemia de Covid-19, a prioridade imediata ficou clara. E os voluntários engajaram-se em ações emergenciais que somariam mais de 16 mil horas doadas ao longo do ano, principalmente em campanhas de arrecadação de alimentos, cestas básicas, produtos de higiene e equipamentos de proteção individual, encaminhados às comunidades em situação de maior vulnerabilidade.

Nesse ano de trabalho voluntário fundamental, um destaque foi a adesão dos participantes à proposta de mobilização para evitar que crianças e adolescentes abandonem os estudos, seja com apoio pedagógico ou de acesso a conteúdos, por internet ou outros meios.

Essa linha de ação, também adotada por parceiros como o UNICEF e a Fundação Roberto Marinho, deu a tônica ao encontro realizado em 10 de dezembro, no Dia Internacional dos Direitos Humanos. Nessa data, comitês de voluntários do Itaú Unibanco e da sociedade reuniram-se na live Ação Voluntária Global 2020 — Mobilização pelo direito à educação.  Participaram representantes do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai, Colômbia, além dos escritórios de Lisboa e Londres. E ficou mais claro para todos que na cesta de necessidades básicas, que começa por alimentação e saúde, também se inclui o direito à educação.

Em números

38

instituições apoiadas

19

municípios

43.529

crianças, adolescentes e jovens beneficiados

R$ 288 mil

investidos

295

participantes em ações formativas

278

ações voluntárias

16.810

horas de voluntariado doadas

CBVE (Conselho Brasileiro de Voluntariado Empresarial)
Fundação Roberto Marinho
Instituto de Políticas Relacionais
Instituto Unibanco
UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância)