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Pesquisa mostra que quase todos os brasileiros consideram a ação voluntária importante

Com apoio do Itaú Social e do Instituto Unibanco, pesquisa indica que os brasileiros estão preocupados com o próximo e dispostos a ajudar


Neste Dia Internacional do Voluntariado, 5 de dezembro, o Itaú Social destaca a pesquisa Voluntariado na Educação, realizada em parceria com o  Datafolha. O estudo mostra que 91% dos brasileiros consideram o voluntariado importante e quase a metade (48%) faz ou já realizou alguma atividade voluntária. 

O levantamento ouviu 1.871 pessoas, a partir dos 14 anos, com o objetivo de analisar a perspectiva do brasileiro em relação ao voluntariado, especialmente na área da educação.

Na percepção dos brasileiros, a importância do voluntariado na educação está entre as áreas mais citadas, atingindo 82% na indicação dos entrevistados. Entre os professores entrevistados, 77% acreditam que o envolvimento da comunidade pode melhorar a aprendizagem dos estudantes, além de contribuir com sua socialização e seu futuro.

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A pesquisa questionou, numa escala de 1 a 5, qual o grau de interesse por atividade voluntária na área da educação. Alfabetização de adultos teve maior preferência (4,6). Seguem no mesmo patamar (4,5) oficinas de leitura para crianças; reformas nas escolas; doação de materiais escolares e livros; ações de reforço escolar; formação ou treinamento para professores; e arrecadação de doações. 

O principal motivo que leva o brasileiro ao voluntariado é a identificação com o sofrimento do próximo. A cada 100 pessoas, 88 argumentam que reconhecem as necessidades do outro e, ao fazer a ação voluntária, o sentimento é de alegria. Da parcela que nunca praticou voluntariado, 35% citam a falta de oportunidade e 32% a falta de tempo. 

Solidariedade na pandemia
Quase a metade dos entrevistados (47%) afirmaram que houve um aumento de doação de alimentos com a chegada da pandemia. Durante este período, quatro a cada 10 brasileiros disseram que realizaram alguma ação voluntária, sendo a maioria (65%) o apoio à população em situação de rua.

Qualificação
A pesquisa apontou que 28% dos entrevistados acreditam que é preciso ter uma formação específica para ser voluntário, índice que sobe para 46% entre as pessoas menos escolarizadas. Em relação ao voluntariado na educação, apenas 18% dos entrevistados se consideram informados sobre a possibilidade de atuar nesta área.

A coordenadora de Engajamento Social e Leitura do Itaú Social, Dianne Melo, avalia que é preciso, cada vez mais, qualificar a atuação voluntária. “Ter vontade é essencial, é o pontapé inicial, mas para atuar de forma efetiva é preciso avançar no desenvolvimento das habilidades. Uma ação voluntária implica em um mapeamento das necessidades, planejamento, construção de parceria e metodologia. Por isso, é tão importante que pessoas interessadas em uma rotina de voluntariado busquem se capacitar”, explica. 

O Polo, ambiente de formação do Itaú Social, oferece dois cursos gratuitos sobre como realizar ações voluntárias de forma simples, são eles o “Voluntariado e Sociedade: conhecer para transformar”, que apresenta oportunidades e formas de atuação em geral; e o “Voluntariado na Educação”, que orienta de que forma contribuir com o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. 

Sobre o Polo
Lançado em 2019, o objetivo do Polo é promover a aprendizagem contínua e garantir aplicações práticas que respondam aos principais desafios da educação. Suas formações são desenvolvidas em parceria com instituições de referência na área de educação, são oferecidas gratuitamente e certificadas. 

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