O objetivo do encontro foi abordar o papel da literatura no reconhecimento das diversidades
O II Seminário Internacional Arte, Palavra e Leitura – Leitura e Escrita: Lugares de Fala e Visibilidade, que aconteceu entre os dias 19 e 21 de março, em São Paulo, discutiu o papel da literatura no reconhecimento das diversidades.
Realizado pelo Itaú Social e Sesc São Paulo, com curadoria da Comunidade Educativa CEDAC e do Instituto Emília, o evento reuniu especialistas do Brasil, América Latina e Europa para debater temas como racismo, machismo, violências e construções de identidade na perspectiva da literatura.
A programação do seminário contou com seis mesas de debate:
- Lugares de fala e visibilidade
- Direitos humanos e literatura
- Escrita e leitura, portas para a construção de identidade
- O lugar da comunidade nos espaços de mediação
- Literatura e sobrevivência? Juventudes em risco
- Literatura sem fronteiras
Os participantes também assistiram às intervenções do Grupo Escritureiras, do Slam Letra Preta e do Marginal Influência. A programação do seminário incluiu ainda oficinas sobre mediação da literatura, ficção no processo de construção da narrativa e ferramenta de escrita replicável.
Duas dessas atividades foram realizadas em projetos desenvolvidos em Parelheiros e Jardim Pantanal, bairros periféricos da cidade de São Paulo. O objetivo foi trocar experiências e dar visibilidade às produções literárias das juventudes presentes nessas comunidades.
No encerramento, José Miguel Wisnik, professor de literatura brasileira na Universidade de São Paulo,, falou sobre o papel das narrativas na construção do humano.