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Polo de desenvolvimento educacional

Mapa de Identidades auxilia na identificação de potenciais e vulnerabilidades dos territórios

Ferramenta permite aos representantes das organizações da sociedade civil, poder público e líderes locais construírem plano de ação coletiva em benefício de crianças e adolescentes

 

O Itaú Social, CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável) e Logos Consultoria lançam o Mapa de Identidades: uma ferramenta participativa para ação coletiva em benefício da criança e do adolescente no território.

O guia, disponível on-line, apresenta o passo a passo do percurso de reflexão e análise das potencialidades e vulnerabilidades enfrentadas pelo público infanto-juvenil no território. É voltado para lideranças locais que atuam em políticas públicas, como representantes de organizações da sociedade civil (OSCs) e governos.

O Mapa de Identidades ajuda o território a conceber um Plano de Ação Coletiva e Integrada, que dará suporte aos diferentes atores locais para agirem de forma articulada no enfrentamento de questões urgentes. Para isso, o processo se divide em três fases:

  • Identificar potencialidades e vulnerabilidades do território em relação aos cinco direitos fundamentais da criança e do adolescente;
  • Aprofundar prioridades identificadas e mapear ações em andamento;
  • Construir o Plano de Ação Coletiva e Integrada.

 

Redes de Territórios Educativos

A metodologia utilizada no Mapa de Identidades foi construída a partir de uma experiência do Programa Redes de Territórios Educativos no bairro da Cidade Operária em São Luís (MA). A iniciativa tem como objetivo estimular as OSCs a atuarem de forma articulada, criando redes de territórios educativos capazes de ampliar a oferta de ações para aumentar as oportunidades de aprendizagem das crianças e adolescentes.

Coordenadora de Fomento do Itaú Social, Milena Duarte, explica que o Mapa de Identidades tem um potencial de multiplicação em outras regiões do Brasil por ser uma ferramenta simples e efetiva na construção de um plano de ação coletiva. “O fortalecimento do território, com atores locais articulados e integrados, permite transformar a realidade local e garantir os direitos das crianças e dos adolescentes”, considera.