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Polo de desenvolvimento educacional

Incentivo à leitura

Criança e adolescente têm direito à educação. Isso é o que prega o artigo 53, do Estatuto da Criança e do Adolescente. Para contribuir com um ensino de qualidade, as mais de 2.400 agências do Banco Itaú e das lojas Taií estão abertas ao público para arrecadar livros infanto-juvenis durante este mês. O objetivo é envolver todos em um gesto concreto que expressa o seu compromisso com a educação do país. As equipes do Itaú reunirão todas as publicações doadas nas agências e lojas, junto com o kit formado por 100 títulos (adquiridos pela Fundação Itaú Social e doados pelas editoras Abril, Paulus, DCL, Melhoramentos e Positivo) e mais uma estante móvel que serão entregues à escola pública escolhida pela equipe de cada agência bancária. Essas ações fazem parte do Programa Itaú Criança, desenvolvido pela Fundação Itaú Social.

No ano passado, os gerentes adotaram 2.178 escolas públicas de todo o país. Este ano, a missão foi retornar a essas instituições de ensino com uma publicação do Fundo das Nações Unidas para a Criança (Unicef) sobre boas práticas em educação e um kit de contação de histórias, composto por fantoches e material explicativo, que oferece sugestões para estimular a leitura e a escrita.

Uma das instituições beneficiadas em Porto Alegre foi a Escola de Ensino Fundamental Plácido Castro. Pensando em aproveitar os materiais oferecidos, a vice-diretora Iara Strack resolveu organizar um concurso entre os 80 alunos de 1ª a 4ª série para escolher os nomes dos fantoches e, ainda, realizar um concurso de histórias. Quando a gerente bancária Beatriz Facco, da agência Itaú da capital gaúcha, ficou sabendo da iniciativa, tratou de combinar com Iara uma festa que vai acontecer no dia da entrega dos livros programada para o início de novembro. “Queremos premiar os autores das três melhores narrativas com medalhas e presentes”, conta. A vice-diretora da Plácido Castro vê na ação uma oportunidade para os educadores irem além das atividades em sala de aula. “Não basta receber a doação. Precisamos usar esse gancho para estimular o interesse das crianças pelos estudos e pelas atividades escolares”, destaca.

A Escola Estadual Vieira Marques, em Santos Dumont (MG), é outra eleita pelo Itaú Criança. A diretora da unidade Solange Maria Fernandes Alvim Pereira acha a doação muito importante, já que na Vieira Marques a leitura é garantida na rotina escolar. “A cada quinze dias, sempre as segundas, todos os funcionários e alunos da escola param seus afazeres por 35 minutos para se dedicar à leitura”, narra Solange. Intercalado a esse trabalho, toda quinzena, nas sextas, acontece o projeto de contação de história desenvolvido por cada professor com sua respectiva turma.

Regina Célia Paixão Bártoli Silva foi a gerente Itaú responsável por essa ação. À frente da agência localizada na mesma cidade da escola mineira, neste ano, ela mudou a estratégia. Em vez de comunicar pelo telefone a notícia sobre a doação de fantoches e livros, ela pediu que a diretora escolar fosse ao Banco. Sua intenção era contar pessoalmente. Solange comemorou: “Além de abastecer nossa biblioteca, teremos mais repertório para os nossos momentos de leitura”. “No encontro, combinamos um grande evento e, para minha surpresa, no dia marcado os alunos encenaram um teatro de bonecos sobre o Itaú Criança”, recorda Regina.