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Evento literário virtual aborda as diversas áreas da literatura e das artes

Com apoio do Itaú Social, a Festa Literária Internacional de Paraty realizará duas mesas virtuais sobre literatura


A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) está lançando sua 18ª edição. Em parceria com o Itaú Social, nos dias 4 e 6 de dezembro, serão transmitidas duas mesas virtuais de debate. Para acompanhar a transmissão das atividades basta acessar os canais de Youtube do Itaú Social e da Flip.

A mesa Literatura e escrita de qualidade para quem?, no dia 4 de dezembro, às 14 horas, abordará o acesso à leitura e literatura no Brasil, tendo em vista a oferta e seleção das obras literárias. Participam da conversa a editora Dolores Prades, diretora do Instituto Emília, que falará sobre as ideias do livro recém publicado “Somos mesmo todos censores?”, de Perry Nodelman; a escritora Neide Almeida e a bibliotecária Thaís Rodrigues, da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC), trazendo a perspectiva do mediador de leitura como agente da ampliação de olhares. A conversa será mediada por Angela Dannemann, superintendente do Itaú Social.

Já a segunda mesa, Literatura indígena e literatura negra para a primeira infância, ocorrerá no dia 6 de dezembro, às 11 horas, e dará visibilidade à importância da literatura indígena e negra para a primeira infância e também para a cultura nacional. A mesa busca discutir o impacto da representação na construção dos imaginários individuais e coletivos e reforçar a necessidade das diferentes representações, sociodiversidades e pluralidades culturais. Para conversar sobre isso, são convidadas a escritora e pesquisadora Julie Dorrico, descendente da etnia macuxi e doutoranda em Teoria da Literatura no Programa de Pós-Graduação em Letras da PUC-RS e Juê Olívia, doutoranda na Faculdade de Educação da USP e pesquisadora de Infâncias, culturas negras e relações Étnico-Raciais. A mediação será realizada por Dianne Melo, coordenadora de Engajamento Social e Leitura no Itaú Social.

Além disso, o Itaú Social também se juntou a organização Mais Diferenças, especializada em promoção da educação e cultura inclusivas, e elaborou um encontro virtual de formação em mediação de leitura acessível e inclusiva, durante a Flipinha. A programação também contou, por meio desta parceria, com a tradução e interpretação de libras e outros recursos de acessibilidade.