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Polo de desenvolvimento educacional

Encontro debate papel dos CMDCAs

Incentivar o exercício da cidadania por meio da destinação de parte dos impostos dos colaboradores Itaú Unibanco para projetos com foco nos direitos de crianças e adolescentes e contribuir para o fortalecimento de Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA’s). Esses foram alguns dos objetivos do Encontro Regional do Itaú Unibanco Solidário, realizado em 14 de agosto em São Paulo.

O evento contou com a participação de colaboradores voluntários nos Comitês Itaú Unibanco Solidário de Belo Horizonte, Campinas, Diadema, Guarulhos, Ribeirão Preto, Santos, São Bernardo do Campo, São José dos Campos e São Paulo, e de integrantes dos CDCA’s parceiros. Os demais Comitês e Conselhos, que completam as 29 cidades que hoje compõem esta rede, participaram dos eventos anteriores, em Salvador, Brasília e Curitiba.

Na parte da manhã, o público debateu a importância do compromisso efetivo como voluntário, da causa em defesa dos direitos e da capacitação dos integrantes dos CMDCA’s para fortalecer as ações para a criança. Em seguida, os participantes puderam identificar as inovações do Estatuto da Criança e do Adolescente que, em 2010, completa 20 anos de existência.

Para a bancária Rovana Schettino, integrante do Comitê de Belo Horizonte, o encontro regional é uma oportunidade para os voluntários trocarem experiências. “É fácil reclamar que as ações voltadas para a criança e o adolescente não funcionam. Aqui, as pessoas se conscientizam da importância do seu envolvimento e como a contribuição de cada um pode fazer a diferença na vida de uma criança”, enfatizou.

A integrante do CMDCA de Santos, Maria Cristina Dias de Oliveira, também concorda que o encontro promovido pela Fundação Itaú Social contribui para intensificar as ações que garantam os direitos das crianças e dos adolescentes. “Este momento é muito importante para as pessoas conhecerem melhor o trabalho dos conselheiros e entenderem o seu papel na sociedade, e como este setor pode contribuir para que os projetos voltados à juventude se tornem política pública”, afirmou.

De acordo com as leis de incentivos fiscais, todo cidadão que declara imposto de renda pelo modelo completo pode destinar até 6% do tributo devido para programas e projetos em prol de crianças e adolescentes, por meio dos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente.