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Polo de desenvolvimento educacional

Seminário A Escrevivência de Conceição Evaristo


O Seminário

O seminário A Escrevivência de Conceição Evaristo é uma iniciativa do Itaú Social em parceria com a MINA Comunicação e Arte que nasce a partir do Projeto Oficina de Autores – Memórias e Escrevivências de Conceição Evaristo, lançado em 2018 pelo Itaú Social. O seminário busca ampliar o debate sobre o conceito de Escrevivência criado por Conceição Evaristo há 25 anos e marca o lançamento da publicação “Escrevivência – a escrita de nós – reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo”.

O evento reunirá especialistas, autoras e autores dos artigos que compõem a publicação para debater sobre a importância da Escrevivência para a cultura nacional nas dimensões da história, artes, educação e comunicação.


O Livro

“Escrevivência – a escrita de nós – reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo” é uma “teia” tecida coletivamente, que reverencia e faz um mergulho no conceito-experiência criado pela autora em sua dissertação de mestrado, em 1995.

Esta obra organizada por Constância Lima Duarte e Isabella Rosado Nunes apresenta olhares diversos sobre a Escrevivência de Conceição Evaristo.  

O título é inspirado na fala de Vitor Eduardo Severo da Silva, estudante da Escola Municipal Morro da Cruz, em Porto Alegre – RS. Em encontro com a escritora, em 2018, ela perguntou para uma turma do Ensino Fundamental o que significava escrevivência; e Vitor, de apenas seis anos, respondeu: “É escrever de nós”.  

Além dos ensaios relacionados à educação, assinados pela superintendente do Itaú Social Angela Dannemann e por Dianne Melo, coordenadora de Engajamento Social e Leitura da instituição, o livro traz artigos inéditos de Aparecida Salgueiro, Assunção Souza e Silva, Constância Lima Duarte, Denise Carrascosa, Eduardo de Assis Duarte, Fernanda Felisberto, Isabella Rosado Nunes, Islene Motta, Lívia Natalia, Ludmilla Lis, Maria Nazareth Fonseca e Rosane Borges.

A publicação apresenta, ainda, o trabalho da artista visual Goya Lopes. A partir de sua arte afro-brasileira única, Goya faz uma intervenção artística na Escrevivência de Conceição Evaristo.

Programação

1º Dia – 11 de novembro
15:00 às 17:00


Capítulo 1: A escrita de nós
Conceição Evaristo – Escritora
Constância Lima Duarte – Professora de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários / UFMG
Isabella Rosado Nunes – Diretora da MINA Comunicação e Arte
Mediação: Dianne Melo – Coordenadora de Engajamento Social e Leitura do Itaú Social


Capítulo 2: Escrevivência como paradigma da literatura negra contemporânea
Assunção de Maria Sousa e Silva – Doutora em Letras/Literatura de língua portuguesa / PUC-MINAS
Eliana Alves Cruz – Escritora e jornalista, pós graduada em Comunicação Empresarial
Maria Nazareth Soares Fonseca – Professora e pesquisadora do Centro de Estudos Africanos / UFMG
Mediação: Constância Lima Duarte – Professora de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários / UFMG


Capítulo 3: Escrevivência no universo da Educação
Fernanda Felisberto – Doutora em Literatura Comparada/ UERJ
Maria Aparecida Andrade Salgueiro – Pós-doutora UCL, Londres
Mediação: Juliana Yade – Especialista em Educação do Itaú Social⠀⠀⠀


Capítulo 4:  Escrevivência, literatura e outras artes
Goya Lopes – Artista Visual, Designer e Empreendedora
Conceição Evaristo – Escritora
Mediação: Angela Dannemann – Superintendente do Itaú Social
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2º Dia – 12 de novembro
15:00 às 17:00


Capítulo 5:  “Conceição: mulher de seu tempo e de seu país”
Rosane Borges – Jornalista, Doutora em Ciências da Comunicação / USP
Eduardo de Assis Duarte – Professor do Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários / UFMG
Mediação: Maria do Rosário Pereira – Doutora em Letras – Estudos Literários / UFMG⠀⠀⠀⠀


Capítulo 6: Escrevivência: uma geografia de afetos que une escola e comunidade
Jeferson Tenório –  Doutor em teoria literária / PUCRS
Conceição Evaristo – Escritora
Mediação: Maria Nazareth Soares Fonseca – Professora e pesquisadora do Centro de Estudos Africanos / UFMG

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Capítulo 7: Memória e Escrevivência: influências na produção cultural e no ensino
Lívia Natália – Pós-doutora em Literatura /UNB
Denise Carrascosa – Doutora em Crítica de Arte e Cultura / UFBA
Mediação: Yasmin Thainá – Diretora e roteirista⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀


Capítulo 8: A sociedade e o lugar das vozes e escritas das mulheres negras
Conceição Evaristo – Escritora
Jurema Werneck – Doutora em Comunicação e Cultura / UFRJ
Sueli Carneiro – Filósofa e Doutora em Educação / USP
Mediação: Angela Dannemann – Superintendente do Itaú Social


Convidadas e Convidados

Angela Dannemann: Engenheira Química (UFBA), Mestre em Adm. (IBMEC-RJ) e Especialista em Avaliação de Programas (CEATS/FIA/USP). Mãe de 2 filhos e avó de Carolina, é Superintendente do Itaú Social e conselheira do CONSOCIAL/FIESP (Conselho Superior de Responsabilidade Social), CIEB (Centro de Inovação da Educação Brasileira), CIVI-CO – Polo de Impacto Cívico Social e UNICEF. É associada da ABAVE (Associação Brasileira de Avaliação Educacional), AEA (American Evaluation Association) e fundadora da RBMA (Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação).

Assunção de Maria Sousa e Silva: Doutora em Letras / Literaturas de língua portuguesa pela PUCMINAS e Mestra em Ciência da Literatura pela UFRJ. Professora titular EBTT / UFPI – CTT, aposentada. Professora adjunta da UESPI. Estuda e pesquisa literatura de autoria feminina, literatura de autoria negra e literaturas africanas de língua portuguesa. Participa do Grupo de Estudos Estéticas Diaspóricas – GEED. Pesquisadora Associada I do Instituto de Estudos da África IEAF-UFPE.

Conceição Evaristo: Escritora. Ficcionista e ensaísta. Mestre em Literatura Brasileira pela PUC/Rio, Doutora em Literatura Comparada pela UFF. Sua primeira publicação (1990) foi na série Cadernos Negros do grupo Quilombhoje. 7 livros publicados, entre eles o vencedor do Jabuti, Olhos D’água (2015), 5 deles traduzidos para o inglês, o francês, espanhol e árabe. Prêmio do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra; Prêmio Nicolás Guillén de Literatura pela Caribbean Philosophical Association; Prêmio Mestra das Periferias pelo Instituto Maria e João Aleixo (tudo isso em 2018!). Escritora homenageada em diversas Feiras Literárias, a mãe de Ainá – sua especial menina – em 2019, teve 3 de seus 7 livros, aprovados no PNLD Nacional e também foi a escritora Homenageada da Olimpíada de Língua Portuguesa pelo Itaú Social. Ainda no mesmo ano lançou seu “Poemas da Recordação e Outros Movimentos” em edição bilíngue (Português/Francês) no Salão do Livro de Paris. Foi homenageada pelo Prêmio Jabuti ainda em 2019 como personalidade literária.

Constância Lima Duarte: Professora do Programa de Pós-Gradução em Letras: Estudos Literários, da UFMG; Bolsista 1C do CNPq. Dentre suas publicações destacam-se: Nísia Floresta: vida e obra (1995, 2. ed. 2008); Mulheres de Minas: lutas e conquistas (2008); Imprensa feminina e feminista no Brasil: século XIX. Dicionário Ilustrado (2016; 2. ed. 2017); Escrevivências: identidade, gênero e violência na obra de Conceição Evaristo (2017, 2. ed. 2018); #NisiaFlorestaPresente:uma brasileira ilustre (2019), entre outros.

Denise Carrascosa: Mulher negra, filha de Oyá, professora adjunta de literatura da Universidade Federal da Bahia, doutora em crítica de arte e cultura, escritora, tradutora literária, advogada e artista da dança. Lidera o projeto de pesquisa Traduzindo no Atlântico Negro e coordena, há 10 anos, o projeto de extensão Corpos Indóceis e Mentes Livres no Conjunto Penal Feminino da Bahia, que realiza oficinas de leitura e escrita literárias para redução de pena e emancipação das trajetórias de mulheres encarceradas.

Dianne Melo: Graduada em Fonoaudiologia pela PUCSP e especialista em Linguagem. Atualmente, é Coordenadora de Engajamento Social e Leitura da Fundação Itaú Social. Foi professora e coordenadora pedagógica na Educação Infantil e Ensino Fundamental, tendo participado da elaboração e aplicação de programas de formação, inclusão e assessoria fonoaudiológica. Há mais de 15 anos atua como formadora de professores no Sindicato dos Professores de São Paulo – Sinpro/SP.

Eduardo de Assis Duarte: Professor do Programa de Pós-graduação em Letras, Estudos Literários, da UFMG. Autor de Jorge Amado, romance em tempo de utopia e de Literatura, política, identidades. Organizador de Machado de Assis afrodescendente; Literatura e Afrodescendência no Brasil: antologia crítica; Literatura afro-brasileira: 100 autores do século XVIII ao XXI e de Literatura afro-brasileira: abordagens na sala de aula. Coordena o literafro – Portal da Literatura Afro-brasileira, disponível em www.letras.ufmg.br/literafro

Eliana Alves Cruz: Carioca, escritora e jornalista (colunista do site UOL), pós graduada em comunicação empresarial. Seu romance de estreia, Água de barrela. Esta saga ganhou o Prêmio Oliveira Silveira de 2015, da Fundação Cultural Palmares/Ministério da Cultura e foi menção honrosa do Prêmio Thomas Skidmore 2018, do Arquivo Nacional e da universidade americana Brown University. Seu segundo romance, O crime do cais do Valongo, foi escolhido como um dos melhores do ano de 2018 pelos críticos do jornal O Globo e foi semifinal do Prêmio Oceanos 2019. A autora está em mais de 15 coletâneas. “Nada digo de ti, que em ti não veja”, lançado em junho de 2020 pela Editora Pallas é seu terceiro romance histórico.

Fernanda Felisberto: Doutora em Literatura Comparada pela UERJ, professora de Literatura Brasileira no Departamento de Letras do Instituto Multidisciplinar e no campus Nova Iguaçu da UFRRJ, e Tutora do Pet Conexões Baixada Fluminense, Coordenou o Módulo II do Ciclo de Seminários Mulheres nas Artes, sobre a escritora Conceição Evaristo, no Museu de Arte do Rio.

Goya Lopes: Artista plástica e designer, cursou Artes Plásticas na UFBA/76, Especialização em Design, Universitá Internazionale Dell’Arte di Firenze – Itália/78/79, Design de Moda-IBMODA -2008/2009. Uma das precursoras da moda afro-brasileira, criadora das marcas Didara e Goya Lopes Design Brasileiro. Ganhou o 7º Prêmio de Revestimento do Museu da Casa Brasileira SP/1993. Tem obras no acervo do Itamaraty e Fundação Palmares /DF. Exposições individuais no Rio de Janeiro, Florença, Salvador, Nova Iorque e Chicago; além de coletivas no Brasil, Itália e Estados Unidos.

Isabella Rosado Nunes: Diretora da MINA Comunicação e Arte. Jornalista, com pós graduação em Marketing, tem mais de 30 anos de atuação em Gestão Estratégica de organizações sociais e culturais, Gestão de Comunicação, Criação e Gestão de projetos nas áreas de Artes, Cultura e Social. Na MINA, com a sócia Marina Nunes Martins, a Comunicação é a essência do trabalho, valorizada como espaço coletivo de criação de sentido e expressão, orientada pelos princípios de respeito aos direitos humanos e à equidade de raça e gênero.

Jeferson Tenório: Nasceu no Rio de Janeiro, em 1977. Radicado em Porto Alegre, é doutorando em teoria literária pela PUCRS. Estreou na literatura com o romance O beijo na parede (2013), eleito o livro do ano pela Associação Gaúcha de Escritores. Teve textos adaptados para o teatro e contos traduzidos para o inglês e o espanhol. É autor também de Estela sem Deus (2018). O avesso da pele (2020) é seu romance mais recente, publicado pela editora Companhia das Letras.

Juliana Yade: Graduada em Pedagogia pelas Faculdades Integradas Campos Salles. Mestre e doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará – UFC, instituição em que atuou também como pesquisadora. Foi professora nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Trabalhou com educação e relações étnico-raciais no Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT.

Jurema Werneck: Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (1986), mestrado em Engenharia de Produção pela Coordenação dos Programas de Pós-graduação de Engenharia/COPPE/UFRJ (2000) e doutorado em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). É Diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil. Integra o Board of Directors do Global Fund for Women e o Conselho de Administração do Fundo Brasil de Direitos Humanos. É co- fundadora de Criola, organização não governamental (1992). Representou o Movimento Negro no Conselho Nacional de Saúde (2007-2012) e foi coordenadora geral da 14a. Conferência Nacional de Saúde (2011). Pesquisadora visitante do IESC/UFRJ 2012-2013. Bolsista FAPERJ 2012-2013. Integrou o Grupo Assessor da Sociedade Civil da ONU Mulheres Brasil e o Comitê Técnico de Saúde da População Negra do Ministério da Saúde. Atua principalmente nos temas: mulheres negras, cultura afrobrasileira, antirracismo, direitos humanos, saúde da população negra, iniquidades em saúde, políticas públicas para a equidade de gênero e raça.

Lívia Natália: Poeta, doutora em Literatura e professora de Teoria da Literatura na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pós-doutora em Literatura pela Universidade de Brasília (UNB). Autora dos livros Água Negra (Prêmio Banco Capital de Poesia/2010), Correntezas e Outros Estudos Marinhos/2015 (ed. Ogum´s Toques Negros), Água Negra e Outras Águas/2016 (Caramurê), Dia bonito pra chover (Prêmio APCA de Melhor Livro de Poesia do ano de 2017/ Ed. Malê, 2017) e Sobejos do Mar (Ed. Caramurê, 2017), e do infantil As férias fantásticas de Lili (Ciclo Contínuo/2018).

Maria Aparecida Andrade Salgueiro: Professora Titular UERJ. Pós Doutora UCL, Londres. Doutora UFF. Pesquisadora: CNPq; Orientadora – PPGL, Coordenadora Geral – Escritório Modelo de Tradução, Presidente – Casa Dirce Cientista do Nosso Estado/FAPERJ; Procientista. Líder Grupo Pesquisa/CNPq. Na UERJ é Professora e. Tem inserção atuante na FLUP desde 2014. Recebeu variados prêmios e homenagens, entre eles, o Carolina Maria de Jesus. Autora, no Brasil e no exterior, de obras, artigos e capítulos de livros.

Maria do Rosário Pereira: Doutora em Letras – Estudos Literários (2014) – área de concentração Literatura Brasileira, pela Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais. Mestre em Letras: Estudos Literário – área de concentração Literatura Brasileira (2008), e graduada em Letras (2004) pela mesma instituição. Integra os seguintes grupos de pesquisa: Atlas (CEFET-MG), Mulheres na Edição (CEFET-MG) e Mulheres e Ficção (UFV). É professora efetiva de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Editoração nos cursos técnicos e de graduação em Letras do CEFET-MG.

Maria Nazareth Soares Fonseca: Prof. UFMG (Aposentada). Prof. PUC-Minas (1995 – 2018.). Pesquisadora 1D CNPq. Pesquisadora Centro de Estudos Africanos/UFMG. Principais livros publicados: Brasil afro-brasileiro (2000); Poéticas afro-brasileiras (2003); Literaturas africanas de língua portuguesa: percursos da memória e outros trânsitos (2008), Mia Couto: espaços ficcionais (2008). África: Dinâmicas Culturais e literárias (2012), Literaturas africanas de língua portuguesa: mobilidades e trânsitos diaspóricos (2015).

Rosane Borges: Jornalista, doutora em ciências da comunicação, professora pesquisadora do Colabor ( Eca-USP), articulista da Revista Istoé e do blog da Editora Boitempo. Autora de diversos livros, entre eles: Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro (2004), Mídia e racismo (2012), Esboços de um tempo presente (2016).

Sueli Carneiro: Filósofa, doutora em Educação pela Universidade de São Paulo, coordenadora executiva do Geledés Instituto da Mulher Negra, editora do Portal Geledés; fellow da Ashoka Empreendedores Sociais desde 1992. É membro do Conselho Curador da Fundação Tide Setubal, do Conselho Deliberativo do Fundo Baobá para a Equidade Racial, do Conselho Deliberativo da Conectas Direitos Humanos e da Anistia Internacional Brasil e do Conselho Administrativo do Instituto Ibirapitanga. É ativista feminista e antirracista e autora de diversos artigos sobre as questões de gênero, raça e direitos humanos em publicações nacionais e internacionais. Sua publicação mais recente é Escritos de uma vida, 2018.

Yasmin Thayná: Diretora e roteirista. Assina mais de 20 realizações entre filmes, séries e clipes, tendo como destaques “Kbela, o filme”, exibido em diversos festivais por todo o Brasil,e lhe garantiu a participação na Sessão Black Rebels do Festival de Roterdã e no principal Festival de cinema negro no continente africano, o FESPACO, em Burkina Faso. Dirigiu a série “Política: modo de fazer- segunda temporada”, da Globo News e lançou “Fartura”, seu mais recente filme independente indicado ao prêmio de melhor documentário pela Academia Brasileira de cinema. Com passagens em diversos festivais dentro e fora do país, venceu o prêmio de melhor curta-metragem da diáspora africana na Academia Africana de Cinema. Atualmente, participa do desenvolvimento de roteiro de séries de ficção para a Netflix, Globoplay e Amazon.