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Educação matemática

Somar e incluir

Formação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) voltada a professores inclui um número maior de docentes. Série de lives substitui Seminário de Mentalidades Matemáticas

Página do Mentalidades Matemáticas no Facebook: 12  lives, com participação de aproximadamente 5 mil pessoas

Ao lado das ações que promovem a leitura e a escrita, a Educação Matemática desenvolve competências fundamentais para o acesso ao conhecimento e efetiva participação social. Um dos pilares do programa é a difusão de uma nova abordagem no ensino da disciplina que o Instituto Sidarta introduziu em território brasileiro com o apoio do Itaú Social. A metodologia Mentalidades Matemáticas foi desenvolvida num centro de pesquisas da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, pela professora Jo Boaler. Esse novo jeito de ensinar matemática é baseado em estudos da neurociência, e seu grande diferencial está justamente em tornar a matéria menos abstrata, trazendo exercícios visuais e exemplos práticos. No Mentalidades Matemáticas, as crianças são incentivadas a chegar aos resultados por conta própria, em vez de serem apresentadas a equações e fórmulas genéricas. O foco está na resolução de problemas. Com um seminário presencial programado para realizar-se durante dois dias no primeiro semestre, o  programa teve de se adaptar ao formato remoto, em função da pandemia. E  acabou incluindo um número maior de participantes por meio de uma série de 10 lives que ocorreram ao longo do ano. As lives foram divididas em dois blocos: “Multiplicando saberes”, que tem o objetivo de correlacionar discurso e prática, demonstrando o processo de tropicalização da abordagem Mentalidades Matemáticas; e “E a matemática com isso?”, que visa provocar reflexões sobre a matemática presente em diferentes fóruns sociais e seus impactos. Os vídeos, disponíveis no YouTube, já tiveram 13 mil visualizações

Contribuir para a melhoria do ensino da disciplina no Brasil, estimulando alunos e professores no aprimoramento do conhecimento, é o objetivo da Olimpíada Brasileira de Matemática da Escola Pública (OBMEP). Organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) em parceria com a Sociedade Brasileira de Matemática, é promovida pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com o apoio do Itaú Social. Em 2020, por causa da pandemia de Covid-19, pela primeira vez não houve a aplicação das provas que a cada dois anos têm a participação de milhões de estudantes em todo o Brasil.  Assim, o programa teve foco total na formação dos professores. As experiências do ano trouxeram dois principais aprendizados que orientam ações de maior inclusão na formação de docentes: a ampliação do número de participantes nesses processos formativos, já em curso com um projeto-piloto iniciado em 2020; e a decisão de desenvolver em 2021 uma estratégia de ação afirmativa, com recorte de gênero, para garantir maior participação de professoras nas formações.  

Um dos programas voltados à difusão do ensino da matemática é o OBMEP na Escola (ONE). Através da aplicação de uma prova, até 900 professores de matemática da rede pública de ensino são habilitados e, então, passam a fazer parte do programa. Após a aprovação, os professores participam de encontros mensais de formação, que geralmente ocorrem em sete ciclos. Cada professor deve inscrever uma turma de pelo menos 20 alunos, para a qual ministra aulas semanais, fora do horário escolar, baseadas no material didático fornecido pela OBMEP. Em 2020, o programa aconteceu de maneira remota  e com uma novidade: com o apoio do Itaú Social, o Impa convocou mais 200 professores, dentre aqueles que não foram habilitados na prova do ONE, para também participarem da formação, com preferência para candidatos das regiões Norte e Nordeste. Duas turmas participaram de  encontros virtuais que ocorreram semanalmente, ao longo de três meses. A primeira teve encontros entre os meses de maio e julho; a segunda, entre setembro e novembro.

Saiba mais

Fator de multiplicação

Crianças podem amar matemática

Aceleração no aprendizado

Multiplicando saberes

E a matemática com isso?

Parceiros

Avante – Educação e Mobilização Social

CEERT (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades)

CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária)

Comunidade Educativa CEDAC

Oficina Municipal

H+K Desenvolvimento Humano e Institucional

Instituto Avisa Lá

ICEP (Instituto Chapada de Educação e Pesquisa)

IQE (Instituto Qualidade no Ensino)

Instituto Rodrigo Mendes

Em números

1.373

participantes

573

municípios

25 mil

crianças, adolescentes e jovens beneficiados

96

pontos (nível de excelência) na pesquisa com usuários

85%

dos beneficiários declararam ter ampliado seu conhecimento no tema da formação

Ficha técnica

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Relatório 2020 - Itaú Social